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APAC PELOTAS

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"As coisas só tem significado quando nós as conhecemos".

                                                                                   Mario Otoboni

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Implantação do CRS da APAC Pelotas

O processo para implantação de nosso CRS se deu a partir da escolha de dois presos do local onde o CRS será implantado que foram transferidos pelo período de até três meses para o CRS em funcionamento da APAC de Paracatu-MG, de modo que aprenderam a conviver dentro da metodologia apaqueana.

Quando da abertura do CRS (que deve ter a estrutura mínima – cela, cozinha, refeitório, banheiros, sala de aula, espaço de convívio social, pátio de sol, secretaria), ambos retornam acompanhados de outros dois recuperandos já experientes no método APAC e constituem então os primeiros internos.

Gradualmente o Juiz da VEC seleciona presos de primeira condenação e crimes não violentos para se juntarem ao grupo até uma certa consolidação do processo, momento em que todo e qualquer preso, uma vez manifestando vontade e havendo vaga, pode ser transferido para o CRS.

Aqui um detalhe importante – os próprios recuperandos são os responsáveis por cuidarem dos novos colegas, ensinando-lhes a metodologia. Acreditamos que o CRS da APAC Pelotas poderá abrigar até 200 recuperandos (número limite para um CRS). Uma vez que o prédio que sediará o CRS da APAC Pelotas já existe, em termos de construções basicamente divisórias internas serão necessárias.

Propostas inovadoras para o CRS da APAC Pelotas

Diante da experiência de 30 meses de trabalho com o MOPSUS e as experiências observadas nos CRS visitados, acreditamos que estamos inovando na implantação do CRS da APAC Pelotas em duas frentes - construir o CRS com a mão de obra dos próprios presos e, posteriormente, custear a manutenção do CRS com recursos produzidos dentro do CRS, tornando-se autossustentável.

Para atingir essas inovações, nossa proposta é ofertar o curso de pedreiro aos integrantes do MOPSUS. Esse curso é composto de cinco módulos: construção em alvenaria, assentador de placas cerâmicas, instalações hidráulicas, básico de pintura predial, eletricidade predial, sendo 90% prático e, nada melhor, que realizar a parte prática do curso na construção/adaptação da estrutura mínima do CRS.

Após a chegada dos primeiros recuperandos internos com ajuda dos apenados do MOPSUS trabalharão nas construções de ampliação da estrutura física (novas selas e outros espaços), possibilitando a ampliação gradativa do número de recuperandos, desta forma viabilizando a construção do CRS com mão de obra dos próprios presos/recuperandos.

Outra proposta deverá ser a identificação de atividades manufaturadas com potencial lucrativo para alcançarmos a segunda grande inovação pretendida – constituir diversas oficinas visando a qualificação profissional do recuperando e tornando os projetos autossustentável

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